Eu sou uns e outros devaneios.
Uma e outra.
Várias em si.
Nunca igual.
Sou umas e outras paixões.
Uns e outros ideais.
Um e outro sentimento.
Desiguais.
Levo essa e outra vida.
Tenho um e outro coração
Em mim [guardo vários]
Sem iguais.
E só assim sou uma e outra.
Para uns, para outros.
Para mim.
Para poucos.
Nayla e eu. (Apresento-lhes uma e outra).
Junho 14, 2008 às 4:51 pm |
Nayla, adorei todos os textos. Mas em especial “Uns e outros devaneios.”
Parabens!
Beijos.
Junho 18, 2008 às 4:25 am |
Como diria um carinha português, o poeta é sempre um espectador de si mesmo, que às vezes cria seus próprios palcos, não é? Parabéns a você e a outra!